SINOPSE
Movimentos sociais desempenham um papel crucial na reformulação da política de saúde, especialmente após a Constituição de 1988, que marca a Reforma Sanitária no Brasil. A análise dos desafios enfrentados durante sua implementação é contextualizada no processo de democratização do país nos últimos dez anos.
Refletir sobre a problemática da saúde contemporânea é essencial para compreender a democracia e a cidadania. Profissionais de saúde e cientistas políticos encontrarão uma oportunidade de examinar suas posições e as interações de suas representações com a política de saúde vigente.
