SINOPSE
Analisam-se as transformações na arquitetura dos museus a partir da década de 1970, refletindo mudanças culturais e econômicas globais. A jornada começa com o Centro George Pompidou, em Paris, considerado um marco da nova era museológica, seguido pelo Guggenheim Bilbao, que representa a arquitetura midiática e icônica.
Com o impacto das crises financeiras, a arquitetura museológica passou a adotar formas menos espetaculares, como demonstram as ampliações do Museu do Prado e do Louvre em Lens. Essa evolução revela uma retração da “cultura dos museus”, com a cidade ganhando protagonismo sobre a forma arquitetônica.




