SINOPSE
A crise financeira internacional de 2008-2009 levanta questões sobre seu desfecho em comparação com a grande depressão de 1930, cuja resolução foi impulsionada pela Segunda Guerra Mundial. Reflexões sobre o desmonte das previdências públicas e sua relação com a duração do colapso são essenciais para entender o cenário econômico atual.
Além disso, a resistência do “Novo Brasil” a uma possível onda especulativa contra o real e as cicatrizes que esse período deixará na economia e na liderança dos Estados Unidos são temas centrais a serem explorados.
