SINOPSE
Negociações financeiras no Brasil têm raízes profundas, remontando ao início da República, quando a Bolsa do Rio de Janeiro era o centro de um frenesi conhecido como Encilhamento. Nesse período, ações eram trocadas rapidamente, mas muitas empresas existiam apenas no papel, sem lastro real. A falta de transparência nas escriturações contábeis permitia que a euforia dominasse, levando até mesmo pessoas sem experiência a vender bens em busca de lucro.
Enquanto alguns se deixavam levar pela especulação, outros investiam em propriedades, aproveitando a liquidez do mercado. Esse fenômeno não apenas moldou o cenário financeiro da época, mas também deixou lições valiosas sobre os riscos e oportunidades do investimento, que permanecem relevantes até hoje.