SINOPSE
Um olhar multidisciplinar revela as violações à autonomia de crianças intersexo em um contexto onde a norma heteronormativa busca “corrigir” corpos por meio da tecnologia. A análise aborda a estigmatização e marginalização enfrentadas por aqueles que não se encaixam em padrões culturais binários, destacando a crítica ao saber médico que promove intervenções cirúrgicas e terapêuticas como soluções urgentes.
Em meio a um cenário repleto de cicatrizes sociais, a discussão se volta para a necessidade de rupturas com discursos normalizadores. Reflexões sobre soluções viáveis são apresentadas, visando impedir a mutilação de crianças intersexo e promovendo o respeito à dignidade e autonomia de suas identidades.