SINOPSE
O Brasil, com sua vasta dimensão e rica intelectualidade, sempre demandou um rito próprio na Maçonaria. Assim, surgiu um sistema que se contrapõe aos ritos tradicionais, como o Francês e o Escocês, que influenciaram os primeiros passos da Arte Real no país. A adaptação litúrgica brasileira, no entanto, resultou em um sincretismo que gerou confusões e erros de tradução, criando um rito que mistura elementos de diversas tradições.
Essa fusão peculiar é evidente em rituais de potências respeitáveis, como o Grande Oriente do Brasil, onde a pureza do escocismo é comprometida. Irmãos de outras nações frequentemente se surpreendem com as diferenças encontradas nas sessões, revelando um desvio significativo dos costumes maçônicos tradicionais, o que levanta questões sobre a autenticidade dos ritos praticados.