SINOPSE
Questões sobre a valorização e o respeito à diversidade étnica e cultural dos povos indígenas são abordadas, destacando a complexa relação com a medicalização e o acesso aos serviços de saúde. A pesquisa se baseia em uma tese de doutorado que explora práticas de autoatenção entre os índios Munduruku, refletindo sobre a autonomia e a criatividade das comunidades na articulação de cuidados de saúde.
O conceito de autoatenção é central, evidenciando como a coletividade, especialmente a família, desempenha um papel crucial na construção de modelos de cuidado. A obra oferece uma visão profunda sobre a saúde indígena e suas interações com a medicina convencional.




