SINOPSE
A crise climática e a perda da biodiversidade, impulsionadas por tecnologias insustentáveis, resultam em desastres naturais e degradação ambiental. O Direito internacional enfrenta desafios crescentes na regulamentação e litígios relacionados à gestão de riscos ambientais e saúde humana, exigindo um ativismo judicial mais robusto.
As transformações que o planeta vive são parte de uma nova era geológica, o “Antropoceno”. Nesse contexto, examina-se o papel da Corte Internacional de Justiça e sua capacidade de lidar com os novos casos ambientais, que demandam uma renovação de paradigma e uma abordagem mais responsável nas controvérsias internacionais.