SINOPSE
Análise profunda da contabilidade pública brasileira revela suas raízes históricas e culturais, destacando a influência portuguesa na formação de um modelo que priorizou o fluxo financeiro em detrimento do patrimônio. Essa abordagem resultou em um Estado que não consegue identificar seus próprios bens, comprometendo sua capacidade de planejamento e gestão.
Com a crise dos anos 2000, surge a necessidade de uma nova agenda que priorize transparência e governança. A obra propõe uma reestruturação patrimonial, conectando o Brasil a práticas internacionais e defendendo a reconstrução do Estado sobre fundamentos patrimoniais sólidos.