SINOPSE
Explora-se a construção social dos territórios na transição da 1ª para a 2ª ruralidade, abordando as dinâmicas que moldam essa transformação. Questões como o inverno demográfico, alterações climáticas e deslocalizações econômicas emergem como fatores cruciais que impactam a vida nas regiões mais vulneráveis.
As consequências dessas tendências são sentidas de maneira aguda nos concelhos do interior, onde a força de trabalho enfrenta desvalorização e crises estruturais. A análise revela que os territórios, especialmente os fixos, sofrem abalos significativos, refletindo a fragilidade do contexto territorial atual.
