SINOPSE
O atual estágio do capitalismo transforma a personalidade do indivíduo, afetando sua relação com o conhecimento, a identidade e a cultura. A valorização da ignorância e o empobrecimento subjetivo se tornam evidentes, enquanto o pensamento reflexivo é demonizado, favorecendo a simplificação do raciocínio. Nesse contexto, a racionalidade se limita a cálculos voltados para o lucro, e ideais como justiça e igualdade são subjugados pelo poder econômico.
O resultado desse processo é um sujeito que valida a violência em nome da acumulação de capital, vivendo em um estado de anti-intelectualismo e narcisismo. A busca por alternativas à lógica neoliberal se torna urgente, pois a humanidade enfrenta não apenas a estupidificação, mas uma profunda infelicidade, revelando a necessidade de resgatar a esfera comum e o conhecimento crítico.