SINOPSE
Pesquisas realizadas em duas comunidades rurais, uma delas quilombola, revelam a importância da constituição leitora e suas interações culturais. O foco está na valorização das experiências de vida dos leitores, que, mesmo sem a habilidade de decodificar a escrita, utilizam suas vivências para interpretar o mundo ao seu redor. A pesquisa qualitativa busca entender como as influências culturais e identitárias moldam as práticas de leitura.
A ausência de bibliotecas nessas comunidades não impede a identificação de formas alternativas de leitura. A criação de espaços culturais visa promover a autonomia leitora e combater a discriminação, incentivando a troca de saberes por meio de práticas culturais que envolvem leituras orais, impressas e eletrônicas.
