SINOPSE
Questões sobre a humanidade de Jesus geram debates entre historiadores e teólogos, revelando diferentes interpretações sobre o que significa ser humano. A divergência nas respostas pode complicar a compreensão das implicações historiográficas da cristologia clássica, além de afetar a compatibilidade entre crenças tradicionais e a investigação histórica crítica.
Um diálogo profundo com o pensamento de Tomás de Aquino propõe uma nova abordagem para reconciliar essas disciplinas. Focando no conhecimento humano e na subjetividade, o texto desafia pressupostos metafísicos, abrindo caminho para interpretações genuinamente históricas de Jesus.