SINOPSE
Uma nova interpretação da história revela que a união de Portugal à monarquia de Filipe II foi mais resultado de negociações com os privilegiados do que de uma invasão militar. A resistência popular à entronização filipina emerge como um aspecto crucial, refletindo a desintegração do corpo político luso antes da crise dinástica dos Avis. Essa resistência foi alimentada por um patriotismo comunitário, que se opôs ao nacionalismo castelhano.
A violência que eclodiu nesse conflito superou expectativas, impactando a percepção dos Áustrias em Portugal até 1640, quando o reino recuperou sua independência.
