SINOPSE
No dia em que completa cinquenta anos, Branca descobre que herdou uma oliveira em Santarém, Portugal, de um parente desconhecido. Essa revelação a leva a uma jornada que conecta sua vida contemporânea no Rio de Janeiro a um passado distante no século XVI, onde sua antepassada também enfrentou desafios relacionados a uma árvore. Ambas as mulheres buscam liberdade e identidade, enquanto lidam com conflitos pessoais e familiares que moldam suas histórias.
A oliveira se torna um símbolo poderoso, representando as raízes e os segredos que ligam gerações. A narrativa alterna entre passado e presente, explorando temas de pertencimento e as marcas que herdamos ao longo do tempo, revelando a importância da memória e da conexão familiar.