SINOPSE
A banalização das artes e da literatura, aliada ao triunfo do jornalismo sensacionalista, revela um mal profundo na sociedade atual: a transformação da busca por diversão em um valor supremo. A cultura, que antes servia como um farol de consciência, agora se reduz a um mero mecanismo de distração e entretenimento, enquanto a figura do intelectual, essencial no século XX, desaparece do debate público.
Embora alguns ainda se manifestem, sua influência é quase nula, levando muitos ao silêncio. Essa análise crítica expõe a realidade da nossa civilização contemporânea.
