SINOPSE
Um ensaio sociológico explora a memória social do Ciclo da Borracha em Belém, no Pará, revelando como as gerações posteriores vivenciam a opulência e a decadência desse período. A narrativa coletiva dos belemenses transforma essa era em um símbolo de melancolia, refletindo uma dor compartilhada que começou a se desfazer com a integração da cidade à sociedade nacional na década de 1960.
A obra, oriunda de uma dissertação de mestrado, busca dialogar com mitos e construir uma sociologia fenomenológica próxima da história cultural e da literatura. A memória de Belém, marcada por crises e derrotas, persiste um século depois, revelando a complexidade do que significa recordar.
