SINOPSE
Moradia popular em Porto Alegre entre 1943 e 1973 é o foco de uma análise que explora as habitações conhecidas como “vilas de malocas”. A pesquisa compara essas localidades com favelas cariocas, discutindo questões de raça, estigmas sociais e a influência da imprensa nas representações dos moradores. Além disso, investiga como os pobres foram deslocados para as periferias devido a políticas higienistas.
O crescimento urbano é examinado, revelando que as malocas não são fenômenos isolados, mas parte essencial desse processo. Exemplos de vilas extintas, como Doca das Frutas e Caiu do Céu, ilustram a resistência e a ineficácia das abordagens em relação à habitação da população vulnerável.