SINOPSE
Com a expansão do mercado de saúde suplementar, mais de 50 milhões de consumidores se veem em uma situação delicada, sem o respaldo necessário da ANS. A ausência de uma participação efetiva na formulação das políticas de saúde levanta questões sobre a proteção dos usuários.
A discrepância entre os operadores de planos de saúde e a regulação vigente sugere indícios de captura do regulador, o que pode resultar em sérios prejuízos para os consumidores, que representam a parte mais vulnerável nessa relação complexa.