SINOPSE
Uma provocação incômoda emerge: se tudo se tornou espetáculo, o que resta da experiência humana? Essa questão guia uma investigação sobre gestos, objetos e hábitos que moldam a vida cotidiana, revelando como o trivial influencia nossas formas de existir e obedecer. Exemplos históricos e culturais ilustram a trajetória do que foi considerado secundário, desde tabuletas sumérias até a performance dos influenciadores.
O retrato da condição contemporânea revela uma sociedade que esvazia o sentido do mundo ao superexpor seus sinais. A banalização, longe de ser apenas um efeito da cultura digital, é uma engrenagem na organização da vida social e política. Propondo um exercício de leitura crítica do ordinário, a obra busca compreender como o banal, quando esquecido, pode se tornar perigoso e como sua (re)apropriação é uma forma de resistência.