SINOPSE
Um mergulho profundo nas práticas racistas das instituições acadêmicas e jurídico-policiais na Bahia entre 1890 e 1940 revela as entranhas de um passado que ainda ecoa no presente. A análise sem rodeios desse período crucial permite compreender as raízes da criminalização sistemática da população negra, um fenômeno que persiste e afeta a vida de muitos brasileiros até os dias atuais.
Ao explorar essas questões, a narrativa provoca reflexões sobre a construção social da criminalidade e os impactos duradouros do racismo institucional. A obra se torna essencial para quem busca entender as complexidades da sociedade brasileira.