SINOPSE
Explorando a profundidade do atendimento terapêutico, a narrativa é apresentada como uma forma de arte que demanda o esvaziamento do terapeuta para uma conexão genuína com o cliente. A importância do silêncio e a distinção entre a força da dor e a força da narrativa são discutidas, integrando conceitos das constelações familiares com as leis biológicas da Nova Medicina Germânica.
Um caminho é proposto para que o indivíduo transcenda a simbiose e alcance a autonomia, permitindo-se “nascer” para sua própria vida e essência, em busca de um novo entendimento de si mesmo.