SINOPSE
Explorando os conflitos morais, políticos e médicos sobre o controle da natalidade no Brasil da primeira metade do século XX, a narrativa revela práticas e representações que moldaram a sociedade da época. Através de uma combinação de antropologia e história, são apresentadas análises de casos e múltiplas fontes que iluminam questões cruciais sobre sexualidade, reprodução e as políticas públicas direcionadas às mulheres.
Essa investigação oferece uma visão abrangente das relações de gênero e traz à tona aspectos pouco conhecidos da medicina brasileira, proporcionando uma reflexão profunda sobre o passado e suas implicações no presente.




