SINOPSE
Três conferências de uma renomada historiadora e psicanalista francesa são apresentadas, abordando temas centrais da psicanálise e da filosofia. A primeira explora o impacto do arquivo como fonte histórica, enquanto a segunda investiga a genealogia do conceito do estádio do espelho, associado a um influente pensador. A terceira conferência critica o surgimento do culto do narcisismo no final do século XX, revelando a complexidade e as armadilhas do “arquivo de si”.
A autora, com sua clareza habitual, provoca reflexões sobre a manipulação da história, tanto da psicanálise quanto da experiência humana, convidando leitores a ponderar sobre a ambiguidade do conhecimento e da memória.