SINOPSE
Com uma trajetória que se estende por séculos e continentes, a amoreira se torna o elo entre diferentes vidas e experiências. Desde a fuga de Tereza para o quilombo de Quariterê no século XVIII até a luta de uma família judia em Viena nos anos 30, cada narrativa revela a resiliência e a busca por novos começos.
Os personagens, marcados por suas histórias, encontram na planta não apenas um símbolo de esperança, mas também um lembrete das raízes que carregam. Em cada recomeço, um galho da amoreira é levado, representando a força das memórias.