SINOPSE
Entre aproximações e distanciamentos, a reflexão sobre a experiência amazônica de um renomado escritor fluminense revela a complexidade de sua vivência na região norte do Brasil, em 1905. A análise se estende ao processo de representação do seringueiro, um sertanejo migrante, presente em seus ensaios, que trazem à tona as nuances entre o real e o imaginário.
Os textos gerados durante sua passagem pela Amazônia mostram um ensaísta multifacetado, que combina literatura, jornalismo e engenharia, imerso em um universo rico em simbolismo, onde o rio e a floresta se entrelaçam de maneira fecunda.