SINOPSE
Antes de qualquer linha de código, uma pergunta ressoa. O desejo humano de criar e transcender é o que impulsiona a tecnologia, que, por sua vez, não sonha, não sofre e não ama. A reflexão sobre o que nos torna humanos em um mundo dominado por inteligências artificiais é essencial. A travessia entre o concreto e o etéreo revela nossas angústias e esperanças, questionando se, ao programarmos máquinas, reprogramamos a nós mesmos.
A tecnologia, nascida do desejo de entender o mundo, é um espelho que reflete emoções e medos. Por trás de cada inovação, existe uma história humana, uma busca por significado. Mesmo cercados por circuitos, permanecemos feitos de carne, dúvida e desejo, elementos que nos tornam insubstituíveis em um universo em constante transformação.