SINOPSE
Um grito silencioso ecoa da alma de quem sobreviveu ao naufrágio, revelando uma verdade crua e cortante. A jornada entre ruínas traz à tona vestígios de uma dor que se recusa a ser enterrada, onde realidade e lirismo se entrelaçam em feridas que sangram beleza. Cada palavra expõe a essência do que permanece quando tudo se foi.
Não há espaço para máscaras, e a confissão é feita sem pudores, refletindo a luta de quem já esteve no fundo e ainda respira. Continuar é uma forma de resistência, uma afirmação de que, apesar de tudo, a vida persiste.