SINOPSE
Um olhar profundo sobre a intersecção entre moral e lógica revela nuances poéticas e reflexões sobre a experiência acadêmica em Coimbra. Recordações de tempos de estudante trazem à tona a figura do bedel chamando os alunos para os exames, enquanto a disciplina de Filosofia se transforma em um campo fértil para questionamentos. A mudança de nomenclatura da matéria, que provoca um jogo fonético intrigante, instiga uma análise crítica sobre o que consideramos moral em tempos contemporâneos.
A relação entre costumes e lógica é explorada, desafiando a percepção do que é aceitável. As memórias evocadas não apenas celebram a tradição, mas também questionam a lógica por trás das normas sociais, levando o leitor a refletir sobre a moralidade em um contexto mais amplo e complexo.