SINOPSE
Explorando a construção das masculinidades, a narrativa se concentra na primeira metade do século XX, abordando temas como alcoolismo, trabalho e representações sociais. Questões de subjetividades, sensibilidades e emoções são discutidas, trazendo à tona a produção acadêmica sobre gênero e masculinidade hegemônica nas Ciências Humanas e Sociais.
A análise da “questão do alcoolismo” revela a influência de campanhas antialcoolismo direcionadas aos homens, especialmente os populares. Essas campanhas tecem uma complexa rede de relações entre trabalho, família e violência, perpetuando padrões hegemônicos de masculinidade e o estigma do alcoólatra.