SINOPSE
A distribuição inadequada dos cartórios extrajudiciais nos municípios brasileiros revela a necessidade urgente de um planejamento estratégico eficaz. A criação dessas serventias, muitas vezes sem estudos de viabilidade, compromete a qualidade dos serviços notariais e registrais. Para promover melhorias, é essencial unir esforços nas esferas legislativa e executiva, visando a transformação desse serviço público.
Uma análise aprofundada dos indicadores da administração pública é proposta, abordando a reestruturação das serventias extrajudiciais conforme a Orientação n. 7 do Conselho Nacional de Justiça. O trabalho destaca a relevância das ferramentas de planejamento estratégico para otimizar a distribuição dessas serventias.