SINOPSE
Questões éticas emergem quando se considera a recusa de cuidados médicos por parte de indivíduos, colocando em risco a saúde de populações vulneráveis. Grávidas optando por partos em casa, pais que não vacinam seus filhos e pacientes psiquiátricos que rejeitam internamento levantam dilemas complexos para os profissionais de saúde.
Diante da dificuldade de diálogo e da insuficiência de argumentos científicos para mudar comportamentos, surge a necessidade de uma abordagem que combine intervenção eficaz e pedagógica. A proteção da vida e da saúde dos mais desprotegidos deve ser uma prioridade ética inegociável.