SINOPSE
A limpeza é uma prática que revela as estruturas do capitalismo racial, evidenciando a divisão entre o “limpo” e o “sujo” em diferentes contextos. Essa dicotomia, enraizada em lógicas coloniais e burguesas, marginaliza histórias e experiências frequentemente ignoradas. A proposta é imaginar uma “limpeza decolonial”, que prioriza o cuidado com a terra e todas as formas de vida.
Refletir sobre quem realiza a limpeza e para quem ela é destinada é essencial para vislumbrar um futuro onde essa prática se torne uma ferramenta de sobrevivência e reinvenção coletiva, em vez de opressão.