SINOPSE
Publicada em 1641, a obra-prima de um dos grandes pensadores da filosofia moderna apresenta um método de dúvida radical e o famoso “Cogito, ergo sum”. Com rigor argumentativo, são abordadas questões como a existência de Deus e a imortalidade da alma, refletindo a intenção do autor de dialogar com o tribunal acadêmico e teológico de sua época. A tradução direta do latim preserva a clareza e a força conceitual do texto original.
Essencial para quem busca entender o nascimento da filosofia moderna, a obra também explora a ruptura com a tradição aristotélica e a relação entre fé, ciência e razão. Influente ao longo dos séculos, continua a inspirar pensadores e leitores interessados em filosofia, história das ideias e metafísica.