SINOPSE
Uma análise histórica revela que a investigação da cognição é repleta de metáforas intrigantes. Pensadores como Descartes e Hume apresentaram visões contrastantes sobre a relação entre mente e corpo, levando a um entendimento dualista que persiste até hoje. Essa perspectiva influenciou as ciências, incluindo a Antropologia e a Psicologia, ao sugerir que a mente e o corpo são entidades separadas e, muitas vezes, irreconciliáveis.
Com o avanço de tecnologias como realidade aumentada e aprendizado de máquina, debates sobre a natureza da mente humana tornam-se ainda mais urgentes. A intersecção entre filosofia e ciências cognitivas promete novas questões que desafiarão as concepções tradicionais e abrirão caminhos para um entendimento mais profundo da cognição.