SINOPSE
Um ideal de sociedade científica e tecnológica, livre de desigualdades econômicas e da moeda, é o sonho que permeia as visões comunistas. Essa utopia, explorada em narrativas como a soviética futurista e em obras de ficção, levanta questões sobre sua viabilidade e as complexidades da natureza humana, que busca incessantemente a felicidade e a realização de suas necessidades.
As falácias do comunismo revelam a fragilidade desse modelo, que ignora a complexidade do comportamento humano e a inevitabilidade de sua deterioração. A busca por um sistema perfeito esbarra nas limitações intrínsecas da ideologia e nas realidades econômicas, culminando na estagnação do progresso e na impossibilidade de se alcançar o sonho comunista.








