SINOPSE
Discursos sobre o cérebro estão por toda parte, mas poucos realmente o compreendem. Entre o fascínio pela neurociência e a realidade da sala de aula, surge um convite para questionar certezas e repensar o aprendizado. Neuromitos, que se espalham como verdades científicas, são analisados, revelando o que realmente sabemos sobre a mente humana e a aprendizagem. O texto provoca reflexões sobre como a cultura transforma ciência em mercadoria e como podemos reverter essa situação com curiosidade e pensamento crítico.
Ao conectar biologia, linguagem e prática docente, a obra estabelece um diálogo entre o laboratório e a escola, entre o cérebro real e o imaginário. Cada página convida à desprogramação, transformando a leitura em um ato de libertação das falsas evidências. Ensinar vai além de repetir conceitos; é um convite à coragem de repensar o que consideramos conhecimento.