SINOPSE
Um mergulho profundo revela o preocupante fenômeno das falsas memórias e o racismo estrutural, destacando as falhas e preconceitos presentes no reconhecimento fotográfico. Essa prática, muitas vezes, resulta em prisões injustas, afetando desproporcionalmente pessoas negras, pobres e oriundas de periferias.
A análise crítica expõe como esses erros sistêmicos perpetuam injustiças e reforçam estigmas sociais. A reflexão proposta convida o leitor a questionar a validade de um sistema que, ao invés de garantir segurança, contribui para a marginalização de grupos vulneráveis.