SINOPSE
Novos vírus que ameaçam a humanidade são, em grande parte, consequência da forma como os animais são criados para consumo. A intensa concentração de milhões de seres em granjas, submetidos a condições adversas, gera um ambiente propício para a mutação de patógenos. O crescimento acelerado da produção animal, que supera o aumento populacional humano, resulta em desequilíbrios ecológicos que favorecem a disseminação de doenças infecciosas.
Artigos que abordam as origens de surtos como a gripe aviária e suína revelam a urgência de repensar práticas de criação. A intensificação da pecuária, iniciada nas décadas passadas, criou um cenário onde a diversidade natural é ameaçada, levando a novos desafios sanitários que exigem atenção imediata e mudanças significativas.