SINOPSE
A instrumentalização das redes sociais por grupos populistas digitais extremistas representa uma ameaça significativa à Democracia. A comunicação entre eleitores e representantes, embora facilitada por essas plataformas, enfrenta riscos devido à falta de regulamentação e à ausência de transparência nos algoritmos, que podem propagar desinformação e discursos de ódio. A integridade do processo eleitoral depende da honestidade e eficiência dos mecanismos que garantem a liberdade de escolha dos cidadãos.
Para proteger a Democracia, é essencial revisar as regras eleitorais, considerando o impacto das redes sociais e serviços de mensagens na formação da opinião pública. A proteção do sigilo do voto e a defesa contra pressões indevidas são fundamentais para assegurar que a vontade do eleitorado seja respeitada e que a apuração dos votos reflita essa escolha livre e consciente.