SINOPSE
Rupturas na história política brasileira frequentemente não resultaram em transformações completas. O Golpe de 1930, muitas vezes visto como uma revolução, foi uma reorganização do Estado que não democratizou o poder. O período entre 1930 e 1945 é analisado sob três eixos: crise, ruptura e centralização, destacando a crise econômica de 1929 e a desestabilização do modelo agroexportador.
A centralização do poder sob Getúlio Vargas redefiniu as relações entre Estado, economia e sociedade. A obra explora momentos cruciais desse processo, evidenciando continuidades e rupturas na formação do Estado brasileiro, além de discutir a tensão entre legalidade e legitimidade em contextos autoritários.