SINOPSE
Organizações funcionam como sistemas vivos, onde a vitalidade vai além de estruturas e estratégias, sendo profundamente influenciada pela cultura. Inspirado na epigenética, que revela como o ambiente ativa ou silencia genes, é proposta uma metáfora que compara o DNA simbólico das organizações à identidade, valores e comportamentos que elas expressam. Essa abordagem inovadora permite compreender como as culturas se manifestam, adaptam e regeneram.
Um modelo de diagnóstico e ativação cultural é apresentado, identificando dimensões da cultura que estão ativas ou silenciadas. A proposta sugere que a mudança organizacional ocorre não por imposição, mas por uma expressão consciente, ressaltando a importância de cultivar a cultura em vez de controlá-la. Ideal para líderes e consultores que acreditam no potencial das organizações como sistemas de vida.