SINOPSE
André Eugène Laperche, conhecido desde a infância pelo apelido de Charles Aznavour, carrega uma impressionante semelhança com o famoso cantor francês. Durante a adolescência, os apelidos se tornam uma forma de expressão, refletindo desejos e provocações entre os jovens. Essa dinâmica social revela a importância dos apelidos na formação da identidade e nas relações interpessoais.
Com o tempo, as fisionomias mudam, mas alguns apelidos persistem, especialmente quando as semelhanças físicas se mantêm. André é um exemplo claro dessa realidade, onde o passado e o presente se entrelaçam através de um simples nome.