SINOPSE
Um prazo invisível e silencioso se aproxima, e as decisões ficam para depois. Mudanças necessárias são adiadas, enquanto a vida desejada permanece fora de alcance. A narrativa provoca um confronto com as contradições da existência humana, abordando o vazio que muitos evitam, o medo da morte e a falta de demonstração do amor. Questões profundas surgem: por que continuar sendo quem não se deseja ser? Por que ignorar a urgência de transformações?
Não há consolo nas páginas, mas um chamado à reflexão. O tempo é finito, e as escolhas feitas ou deixadas de lado definem o que se torna possível. A urgência de viver plenamente é o que realmente importa.