SINOPSE
Sentir-se deslocada em um mundo que parece não compreender suas nuances é uma realidade para muitas mulheres. Durante anos, o autismo foi associado predominantemente aos meninos, deixando milhões de mulheres sem respostas para suas angústias, frequentemente rotuladas como sensíveis ou difíceis. A falta de diagnóstico adequado resultou em confusões com outras condições, como ansiedade e depressão.
Relatos de mulheres que descobriram seu autismo tardiamente revelam a importância de dar voz a essas experiências. O reconhecimento do autismo feminino é essencial para promover autoconhecimento, autocuidado e empoderamento, ajudando a transformar a dor em libertação e compreensão.