SINOPSE
A Modernidade sempre foi marcada por tensões e contradições, onde promessas de progresso e ordem coexistem com incertezas e conflitos. Através de uma análise crítica, o texto explora como as cidades refletem essa dinâmica, servindo como palco para a afirmação e reinvenção da Modernidade. Ao longo do percurso, são revisadas genealogias e expostos paradoxos que revelam os limites das narrativas sólidas.
O convite é para habitar a Modernidade com clareza, reconhecendo que o futuro é uma construção e que as cidades são organismos em constante disputa. A proposta é enfrentar as incertezas e imaginar novas formas de viver e projetar, sem ilusões de totalidade, mas com coragem e criatividade.