SINOPSE
Durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de duas mil pessoas atuaram como correspondentes, incluindo jornalistas, repórteres e soldados com pouca experiência militar. Enquanto a violência se espalhava pela Europa e pelo Pacífico, os aliados, especialmente os Estados Unidos, lutavam em outra frente: a propaganda, buscando motivar jovens a se alistarem. Em 1944, o mundo começou a se conscientizar das atrocidades do regime Nazista, e, na Universidade de Munique, surgia o movimento antifascista Rosa Branca.
O foco recai sobre cidadãos comuns que, apesar de estarem atrás das câmeras, desempenham papéis cruciais na narrativa histórica. A obra explora a importância de dar voz àqueles que, muitas vezes, permanecem invisíveis, revelando a necessidade de comunicar verdades que os ouvidos não conseguem ouvir. Uma reflexão sobre o papel da imagem e da palavra em tempos de crise.