SINOPSE
Uma sátira mordaz revela a destruição ambiental camuflada sob a fachada do progresso. Com uma escrita poética, o texto desmonta o discurso que exalta práticas predatórias e a exploração desenfreada da natureza como caminhos para o desenvolvimento. Paisagens exuberantes se transformam em cifras, enquanto rios secam sob promessas de crescimento.
Com um toque de sarcasmo e ironia, a narrativa provoca risos que logo se transformam em reflexão sobre a absurda realidade. Ideal para quem busca uma crítica social incisiva e um olhar inquietante sobre o custo de vender o que nunca deveria ter preço: a terra.