SINOPSE
Marcas indeléveis de uma cultura rica em misticismo e crenças populares permeiam o “México profundo”. A maldição de La Malinche, uma lenda que ressoa até os dias atuais, destaca o papel dos mitos nas narrativas nacionais e como podem ser manipulados para atender a interesses diversos. A figura de La Malinche, vilificada como traidora por sua relação com Hernán Cortez, revela uma mulher destemida que desafiou as adversidades de sua época.
A narrativa propõe uma nova perspectiva sobre seu legado, sugerindo que ela pode ter sido uma defensora dos direitos humanos e uma precursora do feminismo. Sua habilidade de transitar entre culturas e idiomas a posicionou como uma figura crucial na formação da identidade mexicana, sendo considerada por alguns como a mãe da nação ao ter gerado o primeiro mestiço entre uma índia e um espanhol.