SINOPSE
Reflexões sobre a arte moderna revelam um dilema que perdura: a divisão entre aqueles que a compreendem e os que se sentem desafiados por ela. Desde 1925, com movimentos como o de Picasso e Stravinsky, a arte escolheu não emocionar, alterando a relação entre a criação artística e o ser humano. Essa escolha provocativa continua a ressoar em um mundo saturado de imagens e superficialidade.
Um ensaio instigante e acessível, que desmonta a lógica interna da arte moderna, convida à reflexão sobre sua rejeição ao sentimentalismo e seu impacto na civilização contemporânea. A obra oferece uma nova perspectiva sobre a arte e o mundo, estimulando uma visão crítica e profunda.